sexta-feira, 27 de maio de 2011

Uruguaia salva pela Anistia Internacional; casal morto por defender Amazônia; dissidentes presos em Cuba.

            Quando os nazistas levaram os comunistas, silenciei. É que eu não era comunista. Quando prenderam os social-democratas, silenciei. É que eu não era social-democrata. Quando levaram os sindicalistas, silenciei. É que eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, silenciei. É que eu não era judeu. Quando me levaram, não havia mais ninguém que pudesse protestar. (Pastor Martin Niemöller).
            A uma uruguaia salva pela Anistia Internacional durante a ditadura militar (1973-1985) de seu país:
            A um casal assassinado no Pará por defender a Amazônia:
            Aos dissidentes políticos presos em Cuba:
            Prof. Paulo Renato da Silva.

Um comentário:

  1. Professor, demorei vários anos para formar uma opinião mais sólida no que tangem os direitos humanos, principalmente para os que estão em conflito com a lei. Era difícil tendo trabalhado tantos anos no setor de segurança pública admitir que criminosos tal como um em especial que me alvejou com 5 tiros devesse acessar estes direitos. Porém recentemente em sala de aula tive uma luz sobre isso que vai bem de encontro ao que foi dito pelo Pastor Martin Niemöller... Se o criminoso não puder acessar seus direitos o que obsta o estado de me colocar na condição de criminoso e vilipidenciar meus direitos? Não é de hoje que vejo a direita criminalizando os movimentos sociais apenas para justificar reações desproporcionais e desumanas. Não serei eu que endossarei este tipo de ação, sendo assim, afirmo aquilo que a muito eu já desconfiava...
    Direitos Humanos é um bem inalienável, insuprimível e indispensável para todo e qualquer humano, inclusive para aquele indivíduo que outrora atentou contra a minha vida.

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