Pular para o conteúdo principal

Modernidade, Estados Nacionais e Capitalismo na Europa.

            Aos que se interessam por esses temas ou farão a disciplina no semestre que vem, indico para as férias as seguintes leituras, disponíveis na biblioteca ou on-line:
*ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. v. 2. p. 15-22; 193-274.
*ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 2004. p. 15-41.
*MARIUTTI, Eduardo Barros. A Transição do Feudalismo ao Capitalismo: um balanço do debate. p. 149-173. Disponível em: <http://cutter.unicamp.br/document/?code=vtls000197596>. Acesso em: 16 jul. 2011.
*GÓMEZ, Francisco Javier Pizarro; MIX, Miguel Rojas. Mitos y monstruos del imaginario americano como laberinto de la identidad. In: MARCONDES, Neide; BELLOTTO, Manoel (Orgs.). Labirinto e Nós: imagem ibérica em terras da América. São Paulo: Editora da UNESP; Imprensa Oficial do Estado, 1999. p. 21-38.
*HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. p. 23-65.
            Prof. Paulo Renato da Silva.

Postagens mais visitadas deste blog

A perspectiva na pintura renascentista.

Outra característica da pintura renascentista é o aprimoramento da perspectiva. Vejamos como a Enciclopédia Itaú Cultural Artes Visuais se refere ao tema: “Técnica de representação do espaço tridimensional numa superfície plana, de modo que a imagem obtida se aproxime daquela que se apresenta à visão. Na história da arte, o termo é empregado de modo geral para designar os mais variados tipos de representação da profundidade espacial. Os desenvolvimentos da ótica acompanham a Antigüidade e a Idade Média, ainda que eles não se apliquem, nesses contextos, à representação artística. É no   renascimento   que a pesquisa científica da visão dá lugar a uma ciência da representação, alterando de modo radical o desenho, a pintura e a arquitetura. As conquistas da geometria e da ótica ensinam a projetar objetos em profundidade pela convergência de linhas aparentemente paralelas em um único ponto de fuga. A perspectiva, matematicamente fundamentada, desenvolve-se na Itália dos sécu...

"Operários", de Tarsila do Amaral: diversidade e unidade dos trabalhadores.

Há um amplo debate sobre a formação do movimento operário e os elementos que interferem em sua constituição. Um quadro da brasileira Tarsila do Amaral (1886-1973), Operários , de 1933, de certa forma sintetiza esse debate. No quadro, a pintora representa a diversidade - sobretudo étnica e de gênero, para usarmos conceitos atuais - que caracterizava os trabalhadores da indústria brasileira do período. Se por um lado notamos a diversidade dos trabalhadores, por outro a pintora também indica elementos em comum. Os rostos sobrepostos representariam a “massificação” dos trabalhadores. A expressão de "cansaço" da maioria dos rostos indicaria esse processo. Prof. Paulo Renato da Silva.