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Postagens

Encontro Regional da ANPUH em Campo Mourão.

Outro evento deste ano é o XIV Encontro Regional de História da ANPUH (Associação Nacional de História). O evento será em Campo Mourão (300 km de Foz do Iguaçu) entre 7 e 10 de outubro. A primeira circular do encontro pode ser lida em < http://www.anpuh.org/agenda/view?ID_AGENDA=1876 >. Prof. Paulo Renato da Silva.

Neste ano tem ANPHLAC.

Entre 29 de julho e 1 de agosto, na Universidade Federal Fluminense (UFF), campus de Niterói (RJ), será realizado o XI Encontro Internacional da ANPHLAC (Associação Nacional de Pesquisadores e Professores de História das Américas). A primeira circular do encontro pode ser lida em: < http://anphlac.fflch.usp.br/noticia_25 >. Prof. Paulo Renato da Silva.  

Como era São Paulo sem...

No sábado, dia 25, a cidade de São Paulo, a maior do Brasil, completa 460 anos. No site do jornal O Estado de São Paulo encontramos uma série especial de reportagens sobre como era a cidade antes de alguns dos seus principais símbolos como o Edifício Martinelli, o Teatro Municipal, a Catedral da Sé e a Marginal Tietê, dentre outros. A série ainda relata como era São Paulo antes dos estádios de futebol, do asfalto ou dos semáforos. No link < http://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,como-era-sao-paulo-sem-o-edificio-martinelli,9083,0.htm > encontramos a reportagem sobre o Edifício Martinelli, o primeiro “arranha-céu” da cidade e, ao final do texto, é possível acessar as demais reportagens da série. Prof. Paulo Renato da Silva.

Una argentina en Río: la fantasía de vivir en el país del “tudo bem”.

O Clarín publicou um interessante relato de uma argentina que visita o Brasil desde criança e agora mora no país. Interessante para pensarmos em temas como estereótipos, projeções, alteridade e identidade, dentre outros. O relato está disponível em: < http://www.clarin.com/sociedad/argentina-Rio-fantasia-vivir-pais_0_1068493248.html >. Prof. Paulo Renato da Silva.

Mais de 50 mil visualizações!

Neste recesso, o blog ultrapassou a marca de 50 mil visualizações, ainda em 2013. Hoje já são mais de 51 mil visualizações. Obrigado a todos que colaboram, acessam e divulgam. As postagens voltam na próxima segunda-feira. Prof. Paulo Renato da Silva.

Lula: “E eu achava que o golpe era uma coisa boa.” Ditaduras e sociedade civil, uma relação complexa.

Um tema muito controverso é a participação da sociedade civil durante as ditaduras latino-americanas. Houve apoio? Colaboração direta? Indiferença? Medo? Resistência? As respostas variam bastante: dependem do país, da época e do grupo social em questão, dentre outros fatores. Em História Indiscreta da Ditadura e da Abertura: Brasil (1964-1985) , Ronaldo Costa Couto apresenta dois depoimentos importantes sobre a participação do “povo” durante a ditadura militar brasileira. O primeiro depoimento é do ex-presidente Lula, dado ao autor do livro em 1997: “Quando houve o 31 de março, eu tinha exatamente 18 anos de idade. (...). E eu achava que o golpe era uma coisa boa. Eu trabalhava junto com várias pessoas de idade. E pra essas pessoas, o Exército era uma instituição de muita credibilidade. (...). Todo mundo de marmita, a gente sentava pra comer e eu via os velhinhos comentarem: “Agora vai dar certo, agora vão consertar o Brasil, agora vão acabar com o comunismo” (...). Essa era a visão...

“Renunciar a Satanás, a suas pompas e ao comunismo”: ditadura e anticomunismo, um caso do Paraguai.

Há algumas postagens destacamos que as ditaduras latino-americanas eram anticomunistas. Para combater o comunismo, as ditaduras divulgavam que os comunistas eram ateus. Segundo as ditaduras, o comunismo não combinaria, assim, com a “fé cristã” dos latino-americanos. Do Paraguai vem um exemplo extremo desse anticomunismo das ditaduras latino-americanas: “(...) la guerrilla comunista fue la que más perduró. Su primera columna, Ytororo, fue tempranamente exterminada. De sus 54 miembros, sólo dos lograron sobrevivir. La siguiente columna, Mariscal López, asoló el departamento de Cordillera hasta que en 1965 fueron aprehendidos muchos de sus componentes con los cuales, en el mes de setiembre de ese año, el régimen de Stroessner desarrolló un payasesco rito seudoreligioso con tintes propagandísticos: tras ser salvajemente torturados, como era de rigor, los ex guerrilleros fueron “rebautizados”. En sendas ceremonias llevadas a cabo en cuatro localidades del departamento de Cordillera, di...