Pular para o conteúdo principal

O Carnaval: proposta de material didático



O Carnaval acabou mas o Blog de História da UNILA apresenta, nesta semana, um pequeno histórico dessa festa popular através de um material didático elaborado por Giovana Vitória Silva Melo.

O blog  vem fortalecendo a circulação de materiais didáticos produzidos por estudantes, docentes e coletivos.  Neste material, será apresentado a história do Carnaval juntamente com suas ressignificações e mudanças em determinados grupos ao longo do tempo, registrando a transformação do evento para a cultura popular.

O Carnaval (versão apenas em PT)

Material elaborado por: Giovana Vitória Silva Melo (Universidade Estadual de Londrina - UEL)
Idade Média; Cultura; Expressões culturais; História do Carnaval; Cultura popular.

Clique aqui para acessar o material (Português)


Se você tem cartilhas, cadernos, sequências didáticas, planos de aula, guias de campo ou materiais universitários que ainda não ganharam circulação pública, envie para o Blog de História da UNILA. Queremos ajudar a divulgar produções que apoiem o ensino, a pesquisa e a extensão com foco na América Latina, na integração cultural e na redução de desigualdades. Escreva para: unilahistoria@gmail.com


Referências bibliográficas:

ARIÈS, Philippe. O homem diante da morte. São Paulo: UNESP, 2014.

BARISSA, Ana Beatriz Maia; DE PAULA, Luciane. Às avessas: a carnavalização bakhtiniana representada em O Corcunda de Notre Dame, da Disney.

Grupo de Estudos Discursivos, 2015. Disponível em: https://gediscursivos.wordpress.com/2015/10/29/as-avessas-a-carnavalizacao-bakhtiniana-

representada-em-o-corcunda-de-notre-dame-da-disney/. Acesso em: 17 de fevereiro de 2024.

BASCHET, Jérôme. A civilização feudal: do ano mil à colonização da América. Bauru: Edusc, 2006.

BAKHTIN, Mikhail. A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento. São Paulo: Hucitec; Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1993.

BAUMANN, Thereza De B. Da iconografia, da Loucura, da História. Revista De História Regional 2(1): 69-113, 1997. Disponível em:

https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2026/1509. Acesso em: 12 de fevereiro de 2024.

DOMINGUES, Petronio. Cultura popular: as construções de um conceito na produção historiográfica. História (São Paulo), v.30, n.2, p.401-419.

MINOIS, Georges. História do Riso e do Escárnio. São Paulo: UNESP, 2003.

SCHMITT, Juliana. A morte vai à festa: das relações entre o carnaval e as danças macabras. Abusões, n.5, v.5, 2017.

 

Postagens mais visitadas deste blog

“Se for, vá na paz”: Bacurau, solidariedade e a insubmissão dos povos marginalizados.

Fachada do museu de Bacurau. Disponível em: < https://revistarosa.com/1/ bacurau-a-proposito-de-sangue- mapas-e-museus >. Acesso em: 21 mai. 2026.   No ano de 2026, o diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho vivenciou o ponto mais alto de sua carreira com as indicações ao Oscar do filme “O agente secreto”. Todavia, essa não foi a primeira vez em que um lançamento de Kleber estimula discussões e alcança grande repercussão midiática. Se em “O Agente Secreto”, ele percorre a Recife de 1977 para abordar a perseguição da ditadura militar brasileira executada contra o professor universitário Armando, no filme Bacurau , lançado em 2019 e pelo qual ganhou o prêmio do júri no Festival de Cinema de Cannes, ele busca evidenciar a luta pela sobrevivência de uma comunidade que vive isolada no sertão nordestino. Em Bacurau , o povo mostra que não está fadado às mesmas tragédias que vitimaram seus antepassados. Consciência que o Brasil de hoje necessita aprender. A história do filme gira...

O núcleo integralista de Foz do Iguaçu (1935-1937)

MONTEIRO, Diego. O sigma nas cataratas: o Integralismo em Foz do Iguaçu (1935-1955). Epígrafe , São Paulo, v. 14, n. 2, p. 338–368, 2025. A Ação Integralista Brasileira (AIB) foi bastante presente no contexto paranaense. O ano de 1935 marcou um momento de fortalecimento, visto que, de  acordo com Rafael Athaides, além da capital do estado, Curitiba, mais regiões iniciaram a instalação e subsequente consolidação de seus próprios núcleos, sendo elas: o Litoral, o Sul, o Centro, o Norte e o extremo Oeste paranaenses (ATHAIDES, 2011, p. 16). O Oeste paranaense era considerado pelos integralistas da província paranaense como um lugar selvagem e isolado, porém de grande importância para que o movimento se tornasse presente desde o Oceano Atlântico até a fronteira do estado com Argentina e Paraguai (ATHAIDES, 2012, p. 129-130). A ideia de um extremo-oeste “remoto” e “vazio” não era exclusiva aos integralistas, pois, segundo Liliane da Costa Freitag (2007), o Estado brasileiro também consi...