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José Gervasio Artigas (1764-1850).



 

Artigas en la puerta de la Ciudadela (Juan Manuel Blanes).

Utilizado como símbolo nacional para constituir el Estado luego de la Independencia en el año 1828, Artigas es recordado como “Jefe de los Orientales” y “Protector de los pueblos libres”. Artigas nació en Montevideo el 19 de Junio de 1764, perteneciente a una de las siete familias fundadoras de la ciudad, lo que no le impidió participar de la revolución por la independencia frente a la corona española.
Inicialmente perteneció al cuerpo de Blandengues del ejército español, pero luego renuncia al mismo para participar de la revolución, trasladándose a la ciudad de Buenos Aires para formar parte del ejército revolucionario. Allí obtuvo el grado de teniente coronel, donde se le otorgan 150 hombres y 200 pesos para comenzar la revolución en la Banda Oriental. Siendo ya jefe de los orientales, Buenos Aires firma un armisticio con el virrey Elío, por lo que las tropas insurgentes deben abandonar el territorio de la Banda Oriental. Artigas, disgustado con esta decisión por parte de la junta de gobierno de Buenos Aires, decide retirarse hacia Misiones, donde es seguido por miles de gauchos e indígenas, instalándose en los márgenes del arroyo Ayuí, a esto se le denomino “El éxodo oriental”. El siguiente año (1812), roto el armisticio, las tropas bonaerenses retoman el sitio de Montevideo, al que Artigas se incorporó con sus tropas. Ya para las invasiones portuguesas, este no recibió ayuda ni de Buenos Aires ni de sus hombres de confianza, entre ellos encontramos a Fructuoso Rivera (primer presidente constitucional de Uruguay), sino al contrario fue traicionado por unos tanto como por otros es vencido y decide exiliarse en Paraguay donde pasa el resto de sus días muriendo el 23 de setiembre de 1850. 
El caudillo nunca más regreso a su tierra natal, ni siquiera luego de la independencia, ya que el país que la nueva Constitución y la elite montevideana instauraron no era compatible con sus ideales. Pero donde si fue utilizado para lograr la unificación del naciente estado como tal.
Y sigue una canción que recorda a Artigas:


Mariana Fernández Presa.
Historia – América Latina (2012). 
Universidad de Integración Latinoamericana (UNILA).

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